Empresas do varejo americano que empregam este modelo cresceram 9 vezes mais do que outras, nos últimos cinco anos. Siga este exemplo!

Cobrança recorrente no varejo: entenda como essa solução pode te ajudar!

Historicamente, o modelo de pagamento recorrente era mais praticado por quem se dedicada a oferecer serviços. Ou seja, podemos estar falando de escolas, de revistas, da própria televisão a cabo ou a mundialmente consumida internet. Neste sentido, por uma cota fixa, obtém-se um serviço determinado e com duração negociável.

Essa espécie de assinatura, paga por mensalidades, supõe que, enquanto um cliente decida manter o uso dos serviços, os pagamentos igualmente seguiriam acontecendo, de acordo com o plano escolhido. E para manter a continuidade dos clientes, novos ‘benefícios’ costumam ser liberados, ou mesmo são oferecidas opções de upsale.

A carência do serviço, igualmente, pode estar determinada via contrato de prestação de serviços. É comum encontrar períodos mínimos e renovações automáticas, caso o cliente não solicite a baixa do plano. E caso a carência não seja respeitada, incide também uma multa, o que ‘estimula’ a manutenção da conta.

 

E o varejo, o que tem a ver com isso?

Respondendo à pergunta: tudo. E tem um nome de peso para embasar essa afirmação: a Amazon. A gigante do e-commerce mundial lançou, no ano passado, um marketplace para gerenciamento de assinaturas. Ou seja, um cliente especifica a receita mensal que têm disponível e só precisa escolher o que quer.

A Amazon vende de tudo e pode parecer que fica mais ‘fácil’ aplicar este modelo quando uma marca já domina o mercado, mas os varejos de nicho também podem obter benefícios deste sistema e trabalhar com públicos segmentados, interessados exatamente nos produtos que você tem a oferecer.

O segmento de bebidas, especificamente o de vinhos, tem conseguidos fechar bons negócios neste formato e já são vários os clubes de assinatura de vinhos no Brasil. Como funciona? Da mesma forma, só que a carta é decidida pelo fornecedor. Logo, todos os meses, o cliente recebe uma caixa com a quantidade definida, de vinhos que possivelmente nunca chegaria a adquirir.

 

Vantagens do modelo de cobrança recorrente

Em primeiro lugar, sua companhia já pode saber exatamente o que esperar, em relação à receita, todos os meses. Mesmo que algumas assinaturas sejam canceladas, como isso é notificado com antecipação, também fica mais fácil ajustar o estoque, cadeia de distribuição e outras áreas afetadas.

Em segundo, um levantamento dos 500 ativos mais relevantes do índice Standard & Poor’s 500 mostrou que, em 5 anos, as companhias que trabalham com cobrança recorrente cresceram 4 vezes mais que o varejo comum, e 9 vezes mais do que as outras empresas participantes.

 

Concluindo

Até mesmo em relação à gestão dos recebíveis, conciliação de pagamentos com cartão de crédito e outros processos da rotina financeira e contábil são facilitados, já que há uma demanda ‘fixa’ e os lançamentos podem ser, de certa forma planejados.

Neste sentido, seria interessante que sua companhia de varejo começasse a pensar melhor neste formato, em plena expansão para outros segmentos (não só os de serviços, como comentamos inicialmente) e com potencial para contribuir para geração de receita da sua companhia.

 

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